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O Impacto Psicológico de Viver com Gastrite Atrófica

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O Impacto Psicológico de Viver com Gastrite Atrófica

Entendendo a Gastrenterite atrófica

Sabe quando a fome te pega e você quase ouve um rugido vindo de dentro do seu estômago, digno de um leão, lá na savana africana? Pois é, quando meu gato Fred faz esse som, não é porque está faminto. Ele tem gastrenterite atrófica, e isso trouxe muitas mudanças e novos aprendizados para a nossa vida. E é sobre isso que eu, Raul, quero conversar com vocês hoje.

A gastrenterite atrófica é uma condição em que a mucosa do estômago sofre é atrofiada, reduzindo a produção de ácidos e enzimas necessários para a digestão. Na verdade, pode-se dizer que o estômago de quem tem esta condição se parece mais com um balão murcho que com um órgão de digestão saudável. E isto não é nada confortável - pode causar desde náuseas e vômitos até perda de peso e anemia, dependendo do grau de atrofia e da parte específica do estômago que é afetada. Acreditem se quiserem, amigos, mas conheço esses sintomas de cor.

Nossas experiências com a gastrenterite atrófica

Como dono de um gato com gastrenterite atrófica, posso dizer que é uma situação complicada, mas não impossível de lidar. Ao contrário do que alguns podem pensar, Fred está feliz e é bastante ativo. Claro, ele tem dias ruins, mas quem não tem, certo?

Nós descobrimos a condição dele quando percebemos uma mudança brusca na alimentação. Ele sempre foi um comilão, mas de repente parecia ter perdido completamente o apetite. Dez dias foi o tempo que levamos até buscar a ajuda de um veterinário, e pareceram uma eternidade. Ganhou peso, perdeu peso, vomitou mais vezes do que eu gostaria de lembrar. Mas o diagnóstico foi somente a primeira parte. Aceitar e aprender a lidar foi outra história.

Aprender a viver com a gastrenterite atrófica

Aprendi rapidamente que não existe cura definitiva para a gastrenterite atrófica. O tratamento é focado em melhorar a qualidade de vida do animal, reduzindo sintomas e impedindo o avanço da doença. Nas palavras do nosso veterinário, precisávamos "tornar a vida de Fred o mais normal e agradável possível". Antes que pergunte, o Fred não é um grande fã de agradável. Ele gosta é de caos.

Em nosso caso, o tratamento envolve uma dieta especial, que exclui alimentos que possam ser irritantes para o estômago dele. Também começamos a usar medicamentos que aumentam a produção de ácido no estômago e reduzem a inflamação. E, às vezes, temos que lidar com vômitos e diarreia - coisas de estômago, sabe como é. Fred ainda vomita de vez em quando, especialmente depois de correr como um louco pela casa, mas a frequência e intensidade diminuíram significativamente.

Mentalidade positiva e um futuro promissor

Também aprendi que ter uma atitude positiva é essencial para lidar com esta situação. Sim, é difícil ver nosso amigo de quatro patas passar por momentos difíceis. Mas, se nos concentramos apenas no negativo, acabamos aumentando o nosso estresse e o deles. Portanto, o melhor é ter uma perspectiva positiva e esperançosa.

E, se você também está lidando com uma situação semelhante, lembre-se: a gastrenterite atrófica não é uma sentença de morte. Com o devido cuidado e o tratamento apropriado, nossos amigos peludos podem ter uma vida plena e feliz. Assim como o Fred. Ele ainda faz travessuras, dorme em lugares inusitados e, sim, ainda faz aquele som de leão faminto de vez em quando. Mas agora sabemos que isso faz parte do "normal" dele. E tudo bem.

Para terminar, quero deixar um conselho para todos que estão passando pela mesma situação: não desista. Por mais desafiador que possa parecer, lembre-se que seu pet precisa de você. E juntos, vocês podem enfrentar qualquer desafio. Afinal, nós, eu e Fred, estamos aqui como prova viva disso!

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